ESPELHO D’ÁGUA... ESPELHO
D’ALMA
Exuberante beleza de um casal
de cisnes.
Espelho d’água.
Os dois deslizavam.
Dançavam...
No silêncio da tarde.
O sol morria no horizonte.
E meus olhos úmidos não
despregam dos dois.
Iam e vinham levemente.
E eu permanecia ali.
A olhar... simplesmente.
Num tempo que o mundo me
concedeu.
De repente eu me sentia cada
vez mais “eu”.
SONIA DELSIN

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