segunda-feira, 21 de janeiro de 2013




CAMINHO DAS PEDRAS

A mata verdejante. Árvores imensas.
E o caminho ali em meio a toda aquela beleza.
Natureza.
Caminho de pedras.
Sob os meus pés eu as sentia.
Dava-me uma enorme alegria.
Estar naquele lugar.
Eram seixos arredondados.
Tão bem acabados.
Por umas mãos artísticas tão bem desenhados.
Eu os pegava na mão.
Admirava. No chão colocava.
Outro pegava.
Caminho onde nunca mais pisei.
Mas no coração guardei.
Neste cofre que guarda tudo que já vivenciei.
Tantos mistérios existem.
Que até caminhos de pedra na memória resistem.

SONIA DELSIN 

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