O VENTO NOS CAMPOS DE TRIGO
Era o vento.
A música dos cachos a se
balançar.
Manhã de minh’alma que nunca
vai se apagar.
O som tão agradável aos meus
ouvidos.
Mexia com todos os meus
sentidos.
Tantos anos já.
Tantos...
Passou o tempo, o vento.
O campo de trigo.
O som ficou na memória.
Vem mostrar a minha glória.
Sim, a minha glória de ser
quem sou...
Viajante do eterno semeando.
Viajante do eterno
poetando...
Viajante do eterno que segue
andando...
Entre as lembranças se
encontrando.
SONIA DELSIN

Nenhum comentário:
Postar um comentário