segunda-feira, 21 de janeiro de 2013




NUMA CURVA DO CAMINHO...

As armas dela sempre foram o sorriso e a fala mansa.
O jeito de criança.
As armas da sedução ela não dispensava.
Ela pensava...
Mulher menina que alto sonhava.
Que pra paragens do sem-fim voava.
Tantos sonhos...
Aquele amor era pra toda vida. Pra todas as vidas.
Pra eternidade.
Que inverdade!
Do que é feito aquele tempo bom em que teu amado brincava?
Ele falava.
Ela acreditava.
Ele jurava e ela se emocionava.
Mas, numa curva do caminho ela nem percebeu que o amor se acabava...

SONIA DELSIN

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